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O início da cultura do conteúdo grátis  English Version

Por: Ivan W. Primo
Publicado em: 06.01.2009
Visualizações: 15929


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O ano de 2008 representou o início da legalização do conteúdo gratuito na rede mundial. Se cada vez mais os internautas vinham baixando músicas, filmes, programas, etc. sob a pressão dos detentores dos direitos autorais – gravadoras, estúdios de cinema e empresas de software –, com ameaças de processos, neste ano, esses mesmos gigantes começaram a mudar a postura e a liberar, eles mesmos, seus conteúdos de graça na web.

A tendência já se mostrou em fevereiro. Na conceituada revista Wired, dos EUA, o jornalista Chris Anderson anunciava o que estava por vir: com o custo cada vez menor de armazenamento e transmissão, será cada vez mais viável fornecer conteúdo gratuito. A grana viria, por exemplo, com empresas patrocinadoras.

No mesmo mês, no Brasil, a primeira edição da Campus Party, que reuniu 3 mil pessoas acampadas e conectadas por uma semana na Bienal, no Ibirapuera, foi um manifesto pela cultura livre. Apoiada por empresas e pelos governos municipal, estadual e federal, nomes de peso defendiam a descriminalização dos downloads, enquanto uma massa de adolescentes baixava gigas e gigas de arquivos, sem se preocupar com a questão de pirataria.

Não deu outra. Até dezembro, a associação das gravadoras dos EUA, a RIAA, que já havia processado 35 mil internautas, avisou que não processaria mais ninguém. O foco agora seria em parcerias com sites, como o que foi feito com o MySpace: as majors disponibilizaram todo o seu catálogo para ouvir de graça, via streaming. O lucro vem com patrocínios. Para baixar, ainda é preciso pagar.

No Brasil, a gravadora Trama quebrou essa barreira. Todos os seus lançamentos serão disponibilizados gratuitamente para downloads. O lucro virá com empresas patrocinadoras.

No mesmo movimento, os produtores de programas para TV começaram a liberar seus conteúdos. Ainda não para download, mas já dá para assistir os desenhos do South Park e a série Lost, por exemplo. Os jornais e revistas vão na mesma linha. Seguindo a tendência aberta pelo The New York Times em 2007, The Wall Street Journal, The Times e Veja, abriram seus acervos na web, antes só para assinantes.

Matéria completa no Link - Estadão



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